Vendas recentes de dominios Lusos

Fica neste artigo um apanhado das vendas listadas no DNJournal.com, referentes aos dominios lusos vendidos nos últimos 5 meses. Vou tentar fazer este artigo todos os meses, no dia 1 se conseguir.

Sem demoras, cá vai:

Janeiro

Tecnologias.com – 7600$
Judicial.com – 7233$
motociclo.com – 4000$
Popular.org – 2700$
oglobo.com – 3177$
pomar.com – 3000$
JLL.pt – 5000€
Fevereiro

icompras.com – 5000$
milclassificados.com – 4000$
centrodemocratico.com – 2088$
Compre.net – 1700$
Singular.net – 13.400$
Grafeno.org – 5000$
lojas.pt – 2484$
unitedprint.pt – 1655$
Março

agenciadigital.com – 2500$
Anorexia.net- 5000$
Foco.net – 4188$
rodas.net – 1549$

Abril

compraronline.com – 2200$
meusucesso.com – 2000$
tanques.com – 2500$
placenta.com – 3500$
Universitario.com – 5372$
pizzaromana.com – 2000$
Mano.net – 3000$
leste.com – 4388$
Leste.net – 1988$
Cerebrovascular.com – 6200$
Flormar.pt – 2070$
Maio

Novelas.tv – 10.400$
bancobic.com – 4999$
topcasas.com – 2085$
Regime.net – 6255$
de-novo.com – 2471$
uruguai.com – 2175$
Terapia.com – 7199$
greentube.pt – 2433$

Boas vendas!

Joao Mesquita

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A leiloeira Heritage lança primeiro leilão de domínios

A casa mundialmente conhecida de leilões, Heritage, vai lançar o seu primeiro leilão dedicado a domínios de internet. Este leilão histórico, de acordo com a newsletter que recebi, está marcado para 21 de Novembro e conta com domínios realmente interessantes, tais como:

OJX.com
Animation.com
AIE.com
DVDs.com
Numismatics.com
NL.com (mais Centraal do que isto não há!)
MutualFunds.com
Suit.com

Entre outros que podem ver através deste link.

É um leilão que me parece determinante para que o Domaining fique cada vez mais mainstream e socialmente aceite, coisa que ainda hoje neste século em que a internet é O media, é visto como algo de criminoso porque não registaram o domínio que queriam primeiro…

Só posso dar os parabéns ao Aron Meystedt, o homem que detém o domínio Symbolics.com, por ter criado esta secção dentro da Heritage.

Espero que outras casas de leilões sigam o exemplo.

Joao Mesquita

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Western Union e MasterCard, Truncation e Generic Branding

Olá e viva o Sábado!

Quem segue a Liga dos Campeões e a Liga Europa, talvez tenha notado nos seus patrocinadores, a Western Union e a MasterCard. São 90+ minutos de jogo em que a nossa mente consome a publicidade no estádio, por isso é bem provável que se lembre destas duas empresas.

Mas, você não viu nem westernunion.com, nem mastercard.com a passar constantemente pelos seus olhos. Nada disso. O que você e outros tantos milhões de espectadores viram foi um exemplo de truncation e outro de generic branding.

Caso ainda não se lembre, fica aqui a nota:

A Western Union gastou milhões para anunciar o domínio WU.com, um claro exemplo de truncation (westernunion.com passa apenas a ser wu.com) e para os ainda cépticos, fica aqui a questão: porque é que uma empresa como a Western Union iria gastar milhões a anunciar um domínio que não é a sua marca, se não lhes fosse rentável? Para o ajudar na resposta, fica aqui uma dica…o domínio WU.com faz um forward para o westernunion.com.

A MasterCard gastou outros tantos milhões para anunciar o domínio Priceless.com, este sendo um exemplo fantástico de generic branding para um segmento dos seus serviços que ainda estão a ser lançados em vários países. O domínio Priceless.com vende experiências e é um genérico fabuloso. Faço-lhe novamente a pergunta: porque é que uma empresa como a MasterCard iria gastar milhões a anunciar um domínio que não é a sua marca, se não lhes fosse rentável? Priceless=MasterCard???

Ainda está com um domínio que só você e o seu “informático” acham engraçado, mas que não diz nada aos seus clientes? Continua a cair no erro de pensar que um domínio é apenas aquela “coisa” depois do www?

Aproveite as sugestões que lhe tenho deixado neste site. Acredite…este tipo de texto é Priceless.

Bom fim de semana!

Joao Mesquita

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Ano novo…desenrascanço acrescido

AHAH! Este texto foi programado para ser publicado no dia em que o mundo acabava. Se está a ler estas linhas, meu caro amigo leitor (ou leitora claro está), estamos todos bem e há vida em Marte!

Portugal e o ano 2013. Dava um filme de terror hã? É provável que sim, mas quem não conhece Portugal, não sabe que nós, tuga masters, detemos a patente psicológica da palavra “Desenrascanço”. Se você que lê estas linhas não sabe o que isto significa…é porque não é tuga.

Mas não faz mal que não saiba. Basta que compreenda as seguintes linhas.

Existem várias razões para Portugal dar o berro no ano que vem, mas a principal razão pela qual isso não irá acontecer prende-se com uma razão cultural. A flexibilidade que os portugueses têm para resolverem situações é realmente grande e inata. Se não tens cola UHU, utiliza outra. Desde que fique bem colado, não interessa. Depois quando tiveres a tal cola fantástica, fazes o trabalho com isso. Mas entretanto…desenrasca. Capiche?

É esta função cerebral que nasce em qualquer tuga que leva ao engenho. Inventar é algo que nos está no sangue e já existem várias excelentes invenções pelo mundo fora que saíram de uma cabeça tuga. Nada de novo. O mesmo se aplica à gestão de um negócio…e cá vamos nós.

Em 2013 vão fechar muitas micro empresas. Os impostos são ridículos, os custos de manutenção de uma loja física são exorbitantes, o sector público não ajuda, mas as pessoas têm e querem ter vida própria. Nem todas as pessoas acham bem estar em casa, por conta de um subsidio de desemprego a coçar os pêlos do peito e ver o Glorioso a jogar. Nem todas…e ainda bem.

Mas estas pessoas estão cada vez mais a ver o seu cerco de empreendedorismo a ser fechado porque na prática, 25% daquilo que se produz vai para o Estado que não retribui. É uma barreira psicológica muito complicada de ser ultrapassada de outra forma que não o cortar de despesas. Bem vistas as coisas, os impostos não podem ser cortados…até se pode tentar fugir, mas é um dado adquirido: os impostos estão lá garantidamente. Fora o consumo ter vindo a baixar porque os níveis de desemprego estão demasiado altos para ser verdade e o mercado paralelo já tem uma dimensão assustadora.

Portanto, o cerco está montado e aquilo que as pessoas se perguntam muito frequentemente é: “Onde posso cortar mais?”

Basta sair à rua e perguntar a qualquer dono de loja de rua e a resposta começa a ser a mesma: “Vou fechar no dia 1”. Eu até perguntava se era para férias, mas quando percebi que as pessoas iam mesmo fechar portas, já nem me atrevia a dizer mais nada..

O surpreendente disto é que muitas pessoas já tinham uma página no facebook e ficaram com o “bichinho” da net. 1+1=2 e voilá…comecei também a perceber que as pessoas estavam a começar a concentrar os seus esforços na internet porque não tem tantos custos. Não me admirava nada que 2013 fosse o ano do Boom em termos de criação de lojas online. Não acredito que exista um crescimento no consumo, mas que várias lojas vão derivar para a internet…vão.

Se os custos operacionais de uma loja física podem rondar os 2500€/mês e numa loja online isso baixa para os 500€/mês, há automaticamente um sentimento de desenrascanço na poupança e já se sabe, se existe um click no cérebro a dizer “poupar”…a acção é feita.

Isto leva-me a dizer que a área do domaining em Portugal tem aqui uma oportunidade de aproximar os empreendedores do espaço físico, daqueles que empreendem no espaço virtual. É neste sentido que escrevo estas linhas. Não é para dar uma visão negra, mas sim para deixar um pequeno lembrete:

Não vendam os vossos domínios. Pelo menos os premium. Ninguém neste país que esteja a restruturar o seu negócio, ou até mesmo a iniciar um, não tem o capital necessário para pagar aquilo que um domínio premium vale. Ou pelo menos não vê o valor acrescentado a longo prazo que um domínio premium tem. Logo, não paga.

O aluguer ou o leasing é uma excelente opção para ambas as partes. O domainer fica com o investimento pago e retém o domínio, enquanto a empresa que tem o negócio centrado na internet, fica com acesso a um domínio premium por uma quantia muito abaixo do preço de compra, e por isso bastante mais acessível.

É tempo de transformar a debilidade do mercado português numa oportunidade de mudança. Educar as pessoas neste sentido é realmente importante e nada impossível. As pessoas já perceberam que a internet é um meio viável para o seu negócio e agora chegou o momento de perceberem aquilo que um domínio premium é na realidade.

Caso precise de um exemplo de um contrato de aluguer de um domínio, click aqui.

Caso precise de um exemplo de um contrato de leasing de um domínio, click aqui.

Mas é igualmente importante que os domainers percebam a diferença entre um termo de pesquisa num qualquer motor de busca, e um domínio que faça sentido! Existem registos de dominios que derivam da quantidade de pesquisas, mas se analisar quais vingam no mercado, vai perceber que são dominios que fazem sentido! É também tempo de dar a volta ao portfólio de domínios e deixar cair aqueles que não valem sequer o preço de registo. Deixar que o ego comande a carteira…não é uma boa opção a longo prazo. Se o domínio não tem valor, deixe-o cair. Eu não tenho um grande portfólio, mas vou deixar cair 175 domínios que considero um erro renovar o registo.

Proteja os seus premium e agarre-os com unhas e dentes. O tempo dirá que o mercado muda. A esta mudança eu dou o nome de “desenrascanço”…que leva ao engenho. Um engenho que ficará colado, mas desta vez com a melhor UHU do mercado…um premium.

Tugasti!

PS: Só neste texto é que me apercebi que nunca assinei nada do que escrevi…talvez ainda faça uma daquelas páginas que se chamam sempre “Sobre o Autor”…mas ainda não é desta.

Joao Mesquita

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Vendas Lusofonas 15-11-2012

Mais uma semana passou! O aftermarket lusófono de dominios esteve saudável e viu-se algumas empresas a entrar na compra de dominios relacionados com os seus nomes. A venda mais alta tem uma palavra portuguesa mas a compra foi feita para criar um portal sobre uma zona da Califórnia de seu nome Salinas(.com). Este dominio teve uma venda no valor de $60,000 e caso algo falhe, tem sempre mercado.

Noutras vendas, temos a empresa Rebouças & Cia Ltda, distribuidora de bebidas no Brasil, a reclamar para si o dominio Reboucas.com por $2,200. Foi uma compra muito bem feita e aparentemente a empresa vendedora foi a DomainNameSales.com.

Continuando nas empresas brasileiras e na DomainNameSales.com, eis que FreiCaneca.com entra em cena para ser vendido por $2,000. A empresa Shopping Frei Caneca Mat. Const ltda foi a feliz compradora, mas isto faz pensar no padrão. A média de preço de venda está nos $2000? É este o número mágico que faz com que os CEO’s não resistam a um .com?

Não tenha medo, são apenas dores dos tempos actuais. Mas quer mais um exemplo?

A empresa brasileira Soluti, especializada em certificação digital, adquiriu o dominio certificadodigital.com por uns meros $2,526 a um senhor de Espanha. Esta é, para mim, a compra da semana. Muito barato para aquilo que representa no mercado digital, já para não falar na própria vida da empresa. Mas aproveito para sugerir à Soluti que desenvolva o dominio em vez de ter um simples forward!

O único ccTLD a entrar nas contas da DN Journal foi o dominio e-Jogos.com.br, cujo preço de venda foi de $2,600. Eu que estava a apreciar o andamento positivo dos ccTLDs…espero que na próxima semana seja mais apelativo!

Estas foram as vendas públicas desta semana:

Salinas.com – $60,000
certificadodigital.com – $2,526
trema.com – $2,000
FreiCaneca.com – $2,000
Reboucas.com – $2,200
e-Jogos.com.br – $2,600
seguro.org – $1,000
Rotulos.net – $2,667

Um facto curioso, o dominio Megane.com foi vendido por $2,051 e o whois ainda não está alterado, mas fico a pensar se o comprador não seria a Renault…

É complicado afirmar, até porque o dominio não tem nenhum site e os dados actuais do whois são de um senhor com morada nos EUA e email no Japão…

Boas vendas!

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Domaining 4.0, o futuro chegou.

As fases do domaining já foram explicadas anteriormente, em vários blogs, mas provavelmente eu destacaria o artigo feito pelo grande domainer Michael Berkens. Só que enquanto este excelente domainer considera que já estamos na fase 6.0, eu não vou tão longe e diria que estamos na fase 4.0.

Para mim a fase 1.0 consiste na criação do conceito de domínio de internet, como o conhecemos hoje e que nos parece banal. Só que os domínios não eram banais nos anos 90. Eram uma novidade que era oferecida, sim leu bem, os domínios eram oferecidos e só em 1995 é que se começou a cobrar para ter um. Nesta fase de domaining também incluo a criação dos registrars, para além da Network Solutions, onde a Tucows se atirou de cabeça e baixou os preços de registo dos 70$ para 10$.

Nesta fase também o público em geral se atirou de cabeça e criou a chamada dotcom bubble. Como qualquer bubble, existiu um estoiro e a crença sobre a capacidade de um domínio também desceu.

Entre a criação dos domínios, a sua apresentação ao público e as suas explosões positiva/negativa, decorreram vários anos mas é isso que considero como sendo a fase 1.0. O público ficou a conhecer de forma generalizada o que era um domínio.

A fase 2.0 acontece quando surge uma forma de monetização dos domínios, para além da criação dos próprios sites, possibilitando que se fosse uma fonte de receitas provenientes da capacidade de angariação de visitas via tráfego directo. O parking nasce e o domaining assume uma forma diferente, sendo que com o parking, o aftermarket assume um papel preponderante e faz com que não fossem só os domainers a comprarem e venderem domínios, mas também os end-user queriam obter os melhores pedaços de terra virtual. A grande diferença é que agora os domínios já rendiam ganhos significativos por si mesmos.

É nesta fase que se cria a bubble da rentabilização dos domínios e que durou em grande estilo até, mais ou menos, 2009.

A fase 3.0 vem com a perda de tráfego directo e desvio de verbas relativas a monetização. A internet em 2009 adquiriu outros comportamentos e o público em geral começou a afunilar a sua atenção para muito poucos sites, sendo que a Google começa a fazer uma triagem muito complicada dos sites que apresenta nos seus primeiros resultados e o Facebook cria uma fidelização enorme dos seus utilizadores.

Com estes factores, a percentagem de lucros que vinha dos programas de PPC enfrenta uma queda que deixa muitos domainers sem argumentos para aguentar a renovação dos seus domínios. Outro factor importante foi o facto de o aftermarket ter sido inundado de domínios e consequentemente os preços antes praticados…nunca mais o seriam.

Nesta fase 3.0, foi criada a ilusão que um domínio premium não valia sequer o preço do seu registo porque a Google resolvia todos os problemas com um bocado de magia SEO e uns quantos posts no Facebook faziam com que os “Shares” e os “Likes” fossem como coisas divinas.

Assim, os verdadeiros domainers começaram a defender os seus portfolios com recurso à afiliação, leads,  ou outro modelo directo com o end-user e não com programas de PPC como o adsense e o parking. Muitos deles continuam a investir neste modelo, criando sites com valor. Ao mesmo tempo, muitos webmasters começaram a trabalhar para a Google e para o Facebook sem serem pagos pelos mesmos. Ainda hoje se vêm enormidades de páginas do Facebook à venda em fóruns e muitas pessoas a perderem tempo na construção de sites “googlelizados”, isto é, sites feitos à medida precisa do TOS da Google e não feitos à medida dos seus visitantes.

Já lá estive e para lá não volto.

Mas nem tudo é mau. Os end-users também começaram a perceber o valor da internet porque tinham interesse em perceber como esta funcionava, de forma realmente massificada. Nesse aspecto, o Facebook foi a ferramenta mais positiva até hoje. No fundo, nesta fase 3.0 assistiu-se ao cair de um modelo de monetização de um domínio, mas ao mesmo tempo viu-se nascer a massificação da criação de conteúdos por parte de muitas pessoas que até então eram cibernautas passivos. É neste conceito que, para mim, nasce a fase onde estamos actualmente.

A fase 4.0 é relativa à quebra do preconceito do aluguer de um domínio. Este conceito até agora não era bem vista pelos end-users devido à natural desconfiança em criar um acordo de aluguer ou parceria entre domainer e end-user.

Por um lado existia a desconfiança que um end-user estaria a desenvolver um negócio em redor de um domínio e que o domainer em qualquer altura poderia desactivar o domínio e até vender a um concorrente. Por outro lado, o domainer desconfiava de um end-user que poderia dizimar o domínio via técnicas black hat. Era natural, mas nesta fase nascem soluções viáveis para que o domaining 4.0 se torne a mais duradoura e produtiva para ambas as partes de todas as outras fases.

A grande diferença entre esta e as outras fases é o conceito a longo prazo. Nesse sentido, o nascimento de serviços como a Zenscrow.com ou até sistemas mais abertos como a recente JointVentures.com (feita pelo Domain King, Rick Schwartz) leva-me a pensar que finalmente um domainer e um end-user têm condições para criar acordos benéficos.

Se por um lado o valor dos domínios desceu, por outro os end-users estão mais conscientes daquilo que a internet pode fazer pelo seu negócio. O passo natural é a procura de um domínio que satisfaça as necessidades dos seus projectos, mas hoje a economia global não permite grandes investimentos num domínio e naturalmente que este facto abre portas a novas oportunidades.

Hoje, um end-user não tem desculpas para não abordar um domainer e oferecer um acordo deste tipo. Hoje, mais do que nunca, existe a oportunidade de um qualquer negócio pequeno ter acesso ao melhor dos domínios na sua área de actuação no mercado, porque hoje um domainer tem a percepção que um domínio pode render mais a longo prazo do que simplesmente fazendo a venda do mesmo. Já para não falar na descida de preços no aftermarket e a criação de centenas de novas extensões.

Tudo dependerá de cada domainer, mas eu estou extremamente convicto de que este é o caminho mais produtivo a seguir. Também penso que deve sempre ser dada a hipótese de opção de compra ao end-user num acordo de aluguer, por exemplo. Mas o mais importante é que se tenha a percepção de que o futuro já chegou e só não aproveita quem não quer.

Nada substitui o nosso próprio site. Nada. Muita coisa pode vir a mudar na internet e muita coisa mudará, mas no final do dia nada substitui o nosso próprio site. É nele que fazemos o nosso negócio mediante o nosso plano. Se antes era difícil ter um domínio premium, hoje já não o é.

Por isso, negoceie e…aproveite!

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As novas extensões e o futuro

A ICANN, entidade gestora de extensões de domínios como a .com, já revelou há pouco tempo a lista de pedidos para a criação de novas extensões. Nesta lista figuram mais de 1000 novas extensões e é certo que muitas delas foram requisitadas por mais do que uma empresa, ou seja, para algumas extensões irá existir uma pequena guerra para obter o direito pela mesma.

Nesta lista vemos extensões como .web, .site, .inc, .horse, entre muitas outras. Umas mais razoáveis em termos de utilidade que outras, mas entretanto é importante dizer que o processo de abertura custava algo como 180.000$ (não reembolsáveis), por isso não era para quem queria, mas sim para quem podia. Fora a exorbitância de custos de manutenção. Mesmo assim, vi nascer uma empresa de seu nome Donuts Inc. que conseguiu reunir qualquer como 100 Milhões de USD para investimento nesta área.

Ou seja, para aqueles que pensam que os domínios estão a falecer só porque sim, eu cá parava para pensar se os outros são todos burros ou se só vocês é que estão bem. Boa?

Mas esta avalanche de novas extensões que supostamente são abertas em 2013 (coisa que não é provável, mas tudo bem), leva à seguinte pergunta:

Qual é o futuro do domaining?

A resposta é simples e já foi bastante discutida noutros sites, mas fica aqui a minha opinião. Talvez mais de 70% das novas extensões vão ser um fiasco para as empresas que as gerem. Quem conhece a palavra clusterfuck percebe perfeitamente aquilo que se vai passar na mente do consumidor, isto porque as pessoas não mudam de serviços só porque sim. O consumidor faz escolhas novas porque vê algo nesse novo serviço que não vê noutro. É simples. Já os factores de mudança podem ser discutidos, mas esta é uma verdade. Posto isto, porque é que alguém muda de um .com para um .site? Ou alguém muda de um .pt para um .horse?

Bom, por um lado, temos várias extensões que têm o apoio de governos por isso já se sabe que quer venda ou não, essa extensão estará disponível porque são os contribuintes que pagam. Mas como a maioria delas são extensões que têm de sobreviver de resultados, clusterfuck will happen. Para o consumidor final, irá existir uma inundação de informação de tal forma agressiva que as pessoas vão querer ficar na sua zona de conforto porque não existe uma grande mais valia. O hábito de utilização está nas extensões mais utilizadas HOJE e é muito difícil alterar essa dinâmica assim do nada. Não é impossível, mas atrevo-me a dizer que demorará gerações.

No meio disto tudo, existem extensões que vão de facto produzir resultados positivos. Não tenho dúvidas que do ponto de vista de um Registrar, existem extensões que vão ser rentáveis. Temos de pensar que vender domínios como registrar não é o mesmo que vender como Domainer, mas também é importante que os Domainers gostem da solução para alavancar a extensão e qualquer Registrar sabe e percebe isso. O problema será mesmo convencer as massas que aquela determinada extensão é a solução à .com. Ora, isto é uma utopia mas o marketing também serve para mentir. O problema é o engodo produzido porque não existe melhor extensão que a .com e já existem tantos dados que comprovam isso mesmo, que só quem realmente está de fora é que não percebe. Ou…quem tem uma agenda pessoal.

Mas, do ponto de vista do domaining, estas novas extensões trazem algo novo. Algo que até aqui era muito difícil ter na extensão .com. Premiums! Alguns Domainers vão gastar o que não têm, e pelo caminho vão deixar expirar vários .coms e ccTLDs, só para ter domínios Premium numa extensão.

Isso é engraçado e tal, até pode produzir alguns flippings interessantes, mas já existem tantas provas com outras extensões como esta euforia dá mais prejuízo que rentabilidade, que a pergunta que eu coloco é: quando é que aprendem?

Uma coisa é investir num ccTLD que se perceba a dinâmica da mesma, outra coisa é investir numa extensão genérica que ninguém conhece nem tem qualquer sentimento de pertença, ou até que não faça sentido como domain hack.

Quando estas novas extensões forem criadas, veremos uma fase no Domaining que consiste na total loucura em aftermarket. Tantos e tantos domínios à venda por quase nada, mas compradores…duvido. Gostava de saber quem compra o porn.horse. No meio desta landrush muitas pessoas vão ficar com dividas até ao pescoço e o mais estúpido é que vão deixar cair domínios mais consistentes em extensões já solidificadas no mercado.

Mas, cada um faz o que quer. O grande problema é que neste espaço de tempo em que o aftermarket é inundado de domínios inúteis, vários outros Domainers com portfólios interessantes vão ficar estagnados e muitas pessoas vão ser obrigadas a reter domínios porque o preço vai cair bruscamente. Provavelmente estamos a falar em 2 anos, mas seja como for, depois da euforia seguida de fracasso, dividas, desalento e frustração, eis que o mercado volta a acordar do coma e percebe que estava bem como estava.

Os ccTLDs continuam com o mesmo vigor de reconhecimento e a extensão .com está ainda melhor. Porquê? Simplesmente porque o consumidor de hoje também sabe dizer “LEAVE ME ALONE!”. O hábito é algo que define a raça humana e esse facto não muda só porque as empresas investem milhões a tentar convencer as pessoas do contrário. Se não existe mais valia…não mudam de forma generalizada. Isso faz com que se tenha de pensar já hoje se o plano passa por comprar domínios em extensões fashion, ou extensões que realmente resultam. Qual é a sua opção?

Em Portugal,

A PT Comunicacoes pediu a .meo;

A PT Comunicacoes pediu a .sapo;

No Brasil,

A Globo pediu a .globo;

O NIC.br pediu a .bom;

O NIC.br pediu a .final;

O banco Bradesco pediu a .bradesco;

A Ipiranga Produtos de Petroleo pediu a .ipiranga;

O banco Itau pediu a .itau; ,

A Domain Robot Serviços de Hospedagem na Internet Ltda pediu a .ltda

A Natura Cosméticos pediu a .natura;

A Empresa Municipal de Informática SA pediu a .rio;

A UBN INTERNET LTDA pediu a .uol;

A Telefonica Brasil S.A pediu a .vivo;

Vendo aqui só alguns dos pedidos, faço a seguinte pergunta, a WIPO vai fechar os olhos aos nomes genéricos?

Pense hoje para não pagar a factura de rebranding amanhã.

Fica aqui a opinião. Over and out.

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O que são Domain Hacks

Encontrar um bom domínio para o seu projecto pode ser uma das tarefas mais complicadas para a maioria das pessoas, se por um lado é importante que o domínio seja memorável e pequeno, por outro lado a introdução de palavras-chave nos mesmos facilita todo o processo de SEO inerente.

Alguns projectos abdicam dos domínios tradicionais, com palavras chave na sua composição, criando um nome memorizável, curto e bastante fácil de trabalhar a nível de branding. Muitos desses domínios são palavras construídas exactamente para esse efeito, sem grandes significados e construídos a pensar na criação de campanhas de marketing virais que podem ficar no ouvido dos leitores por muito tempo.

Hoje em dia é cada vez mais difícil encontrar domínios interessantes ainda disponíveis, já que são cada vez mais os empresários que se dedicam à procura desses mesmos domínios para posterior venda a interessados internacionais. Por isso, encontrar um domínio interessante e ainda disponível é meio caminho andado para alcançar o tão desejado sucesso que um empreendedor deseja.

Desta forma, há cada vez mais pessoas a procurar domínios hacks, ou seja, possíveis soluções que combinando uma palavra com a sua extensão pode dar um significado interessante ao domínio e com isso contribuir para a memorização fácil do mesmo e para campanhas de marketing extremamente interessantes.

Domain Hack – O que é?

Os domain hacks estão a tornar-se cada vez mais populares, no entanto ainda existem muitas dúvidas relativamente ao que são, às suas vantagens e para que servem exactamente.

Um domain hack permite aos empreendedores a criação de campanhas extremamente virais e com significados bastante específicos. Este tipo de domínios combinam palavras significativas, com TLD’s e subdomínios que em conjunto formam uma expressão extremamente comum e com significados bastante simples que podem ser transformados em slogans, em títulos para websites e até em acções que os leitores vão aceitar muito facilmente.

Em termos práticos significa utilizar de forma inteligente uma palavra em conjunto com uma determinada extensão de domínios. Dado que a maioria dos domain hacks evidentes estão registados, é muita a procura por extensões de outros países em conjunto com palavras em outro idioma para criar expressões bastante interessantes.

Um exemplo inteligente disso é o vai.la ou pesquisa.la, dois websites portugueses que utilizam ccTLD para o Laos, para criar boas estruturas de domínios que vão cativar a atenção do leitor e fazer com que o mesmo se lembre dos urls durante muito tempo.

Vantagens dos domain hacks

Tal como referido anteriormente, a utilização deste tipo de domínios pode ter um sem número de vantagens para alguns projectos.

Uma dessas vantagens é o valor de marketing que possui, sendo uma ideia relativamente recente, ainda existem poucas pessoas a apostar neste tipo de domínios para os seus projectos. Isto porque acreditam que os domínios tradicionais, utilizando extensões mais comuns podem conseguir muito mais dos leitores do que tentando a sua sorte com domain hacks.
Por outro lado, quando um leitor se depara com um domínio como www.vai.la, rapidamente são induzidos para novos conceitos, para elevados níveis que posicionam o projecto e a empresa com uma visão do futuro muito mais interessante que aquelas que apresentam domínios tradicionais e extremamente convencionais.

Este tipo de domínios são bastante interessantes para a criação de publicidade impressa, já que no caso de uma boa escolha de TLD’s e subdomínios, poderá incorporar no seu domínio todas as informações que necessita. Um bom exemplo disso é a criação de uma empresa de aventuras radicais para os mais jovens, utilizando a palavra “turo” como principal, “us” como extensão e “adven” como subdomínio, ficará com o domínio adven.turo.us para criar campanhas extremamente interessantes e que vão ficar na memória dos mais jovens durante muito tempo.

Por outro lado, a optimização para motores de busca é também privilegiada, já que com este tipo de domínios o empresário evita o uso de domínios muito longos ou da utilização de hífen a separar as palavras. Obviamente que o conteúdo do website é que fará toda a diferença, porém a utilização de hífen e domínios muito longos poderá dificultar tudo no que diz respeito à optimização e memorização do mesmo.

Cuidados com os domain hacks

Depois de termos enumerado todas as vantagens de utilização deste tipo de domínios, é imprescindível alertar para os cuidados necessários a ter, principalmente porque no que diz respeito aos TLD’s a usar é necessário alguns cuidados importantes para evitar problemas futuros.

Alguns países possuem uma política de uso de extensões extremamente rígida, o que geralmente implica que as extensões sejam usadas unicamente pelos próprios residentes do país com a necessidade de comprovativo de morada, entre outros requisitos. Isto limitará muito a utilização de determinadas extensões por residentes em outros países, por isso é necessário que antes de comprar um domínio conheça todas as regras relativamente à utilização de uma extensão, senão no futuro terá problemas e poderá perder o dinheiro investido.

Ao comprar um domínio nestas condições, rapidamente poderá tornar-se desvantajoso para os negócios se não tiver o cuidado de verificar os requisitos para a extensão escolhida, já que o domínio pode ser cancelado, o seu website irá ficar offline e poderá perder os clientes que conseguiu através do mesmo, já que terá que procurar outro. Por isso é preferível analisar antes de comprar e fazê-lo apenas quando tiver todos os requisitos preenchidos.

Outra desvantagem associada aos domain hacks é o facto de o utilizador estar já habituado a aceder ao site no browser, utilizando para isso as extensões mais comuns. Neste aspecto, tanto é possível que o utilizador digite “exemp.lo”, ou por força do hábito digite “exemp.lo.com”. Ou simplesmente “exemplo.com”.
Este hábito provoca com que o domain hack faça fugir tráfego type in para um domínio da concorrência.

Conclusão

Os pensamentos fora-da-caixa, ou diferentes do que é tradicional, podem significar um sucesso elevado e exponencial. Por isso, com uma mente brilhante, um planeamento minucioso, alguma pesquisa envolvida e os cuidados necessários, a utilização de um domain hack para o seu negócio pode significar sucesso quase instantâneo e um crescimento exponencial em pouco tempo.

Se por um lado esta utilização ficará na memória de muitos possíveis clientes, por outro lado uma boa utilização pode ser muito vantajosa no que diz respeito á optimização para os motores de busca, já para não falar na facilidade que será a utilização de marketing viral e de campanhas offline.

Se vai lançar um negócio brevemente, pondere a aquisição de um domain hack para o mesmo, contudo faça uma longa pesquisa e estude bem a temática antes de avançar para a compra, evitando problemas no futuro.

Recomendamos também que tente adquirir a versão correcta da palavra na extensão .com e na extensão do seu próprio país (por exemplo .pt para Portugal ou .com.br para o Brasil).

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O que é o flipping de domínios?

Os domínios, além de toda a importância que têm para o lançamento de um projecto online, têm ainda uma outra vertente que está a fazer um enorme sucesso junto dos profissionais da Web. A compra e venda de domínios, ou como é mais conhecido flipping de domínios, consiste num método de gerar dinheiro rápido que pode gerar diversos lucros, apesar de ser necessário alguns conhecimentos básicos e importantes.

O flipar domínios é um método bastante antigo, porém foram poucos aqueles que tentaram a sua sorte neste mercado, pois para conseguir gerar as receitas ideias é necessário muitos conhecimentos, muita visão e mais importante ainda, encontrar o local ideal para o fazer. Todos os anos são registados milhares de novos domínios, porém outros milhares são deixados de usar, por diversos motivos, o que implica que sejam conseguidos por outros clientes ou simplesmente vendidos para contemplar necessidades básicas e essenciais.

A compra e venda de domínios é um mercado bastante movimentado, com o mesmo domínio a percorrer diversas mãos durante uma década, embora aqueles domínios denominados de premium (ou seja, com boas keywords e numa temática interessante), sejam vendidos poucas vezes, principalmente pelo valor pedido pelos menos que pode muitas vezes chegar a atingir milhões de euros.

O que é Flipar domínios?

A ideia básica a ter em consideração é a compra e venda de domínios interessantes, ao contrário do que acontece com a compra e venda de domínios, neste caso o valor a cobrar é inteiramente e exclusivamente ligado ao tipo de domínio em si. Se na compra de um domínio o cliente tem que ter atenção com o conteúdo, o design, a optimização, os rendimentos, etc., no caso do mercado de domínios, apenas o historial do domínio, as keywords e o tempo do domínio interessam.

Dado o volume de domínios adquiridos nos últimos anos, acreditamos que este seja um mercado em crescimento, mas existe também um mercado negativo, já que muitos interessados em vender domínios acreditam exageradamente no valor do seu produto e acabam por estragar o mercado com propostas irreais.

Dicas para flipar domínios

Sendo este um mercado em ascensão, é de esperar que existam cada vez mais oportunidades e como é óbvio, interessados em ganhar dinheiro, mas para conseguir atingir o seu objectivo é importante seguir uma série de ideias básicas que vamos esclarecer aqui.

Cuidado com os riscos – são muitos os utilizadores que tentam entrar neste mercado internacional, comprando domínios sem pensar e julgando que vão conseguir vender no mercado nacional ou internacional a valores astronomicamente altos, mas é importante ter em conta o risco, pois podem não conseguir vender e terão o dinheiro investido sem qualquer retorno. Por isso, antes de comprar um domínio, faça uma pesquisa relevante antes e perceba se é ou não uma boa compra.

Compre apenas o que conhece – comprar domínios de forma deliberada pode ser um dos maiores erros que pode cometer. Por isso, aconselhamos a que compre apenas domínios relacionados com temáticas que conhece, encontrando pequenos micro-nichos e keywords que apenas conhecendo o tema é possível.

Cuidado com as extensões – muitos utilizadores pensam que a aquisição de um domínio é unicamente ligado às keywords do mesmo, mas o domínio é constituído também pela extensão escolhida. O ideal é seguir a ordem .com, .net, .org, isto é, dando prioridade sempre à extensão .com. Pode ser uma boa técnica, encontrar bons domínios .com já registados e tentar obter o mesmo domínio com outras extensões, sendo depois vendido ao mesmo utilizadore do .com. No entanto, é cada vez mais difícil conseguir obter lucro nesse negócio, já que os utilizadores usam as várias extensões dos domínios quando estão a projectar um grande website.

Historial do Domínio – comprar um domínio com historial pode ser uma fantástica opção, muitas vezes já tem pagerank, já foi usado em projectos de grande dimensão e podem trazer novos clientes para o seu negócio. Encontrar domínios expirados pode ser difícil, porém nos locais de compra e venda de domínios existem listas de domínios prestes a expirar que podem ser comprados facilmente.

Esteja sempre atento à actualidade – leia muito, seja online ou offline, conhecendo assim os nomes mais populares, as marcas e produtos mais em voga e mais importante ainda, as novidades da actualidade que estão a ser mais faladas. Mesmo que não seja no seu país ou na sua língua, quem sabe se não é o primeiro a registar um domínio que pode ser comprado por milhares de euros, meses mais tarde com a popularidade dessa palavra/assunto.

Venda directa – apesar de existirem portais dedicados ao flipping de domínios, a venda directa pode tornar-se muito mais rentável em algumas situações. Procurar pessoas ou empresas que possam estar interessadas no seu domínio pode ser uma fantástica opção para algumas vendas, use as palavras certas, descreva as vantagens e tenha um preço vantajoso, certamente que conseguirá um bom negócio e mais rápido.

Vantagens e Desvantagens de flipar domínios

Obviamente que sendo este um mercado em autêntica expansão, há sempre vantagens e desvantagens inerentes, ficando à responsabilidade de cada um analisar as mesmas e encontrar as melhores opções para o seu caso.

Para o lado dos vendedores, uma das grandes vantagens deste mercado é a possibilidade de conseguir ganhar imenso dinheiro com a venda de um único domínio, desde que este tenha as características ideias para um determinado cliente, este terá todo o gosto em pagar uma grande quantia para garantir que fica com o domínio desejado. No entanto, com a expansão e popularidade do mercado, existem cada vez mais utilizadores a tentarem a sua sorte e torna-se cada vez mais complicado de conseguir bons negócios.

Para os compradores, comprar um domínio ideal para o seu negócio é assim possível, mesmo com o pagamento de uma grande quantia, garante o sucesso do seu negócio a começar logo pelo domínio. Os preços pedidos pelos vendedores são a grande desvantagem do mercado actual, com alguns deles a sobrevalorizar os seus produtos na tentativa de obtenção de um grande lucro.

Onde flipar domínios?

Actualmente existem diversas opções para quem quer flipar domínios, desde os fóruns dedicados à Internet, onde entusiastas e profissionais da Internet se juntam para partilhar ideias, trocar comentários e comprar e vender diversos produtos e serviços.

Depois existem comunidades dedicadas essencialmente à compra e venda de domínios por parte de individuais, como é o caso da Sedo, Flippa, Moniker, entre outros menos populares.

Actualmente é ainda possível encontrar pequenas comunidades que têm o principal objectivo de fomentar este mercado, no entanto ainda não têm a dimensão ideal e não aconselhamos a sua utilização.

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O que é um sub-domínio?

São poucas as pessoas que sabem o potencial que existe por trás de um sub-domínio, dando prioridade sempre a domínios, abdicam da utilização deste mesmo potencial para direccionar e organizar melhor a sua presença online. A presença online de uma empresa necessita de uma estratégia bastante bem definida para conseguir alcançar os seus objectivos, essa mesma estratégia passa muitas vezes por entender e dar atenção aos utilizadores, o que em termos práticos significa a utilização de variadas ferramentas e opções dos domínios, como é o caso dos sub-domínios.

Apesar de ainda existirem muitas dúvidas relativamente à utilização dos sub-domínios, são cada vez mais os utilizadores que assumem esta utilização como uma excelente vantagem de negócio, porém uma má utilização poderá vir a estragar todo o trabalho de optimização para os motores de busca ou denegrir a imagem geral do próprio domínio. Assim, a utilização de um sub-domínio requer algumas atenções específicas para que o objectivo desejado seja alcançado, não só para os utilizadores como também para os administradores dos websites.

O que é um sub-domínio?

Já introduzimos o assunto, mas em termos práticos ainda não esclarecemos o que é um sub-domínio e só após o fazer é possível aconselhar a sua utilização ou dar a conhecer as suas vantagens e desvantagens.

Em termos práticos, um sub-domínio é um recurso associado ao próprio domínio que permite criar vários endereços através de um domínio principal. Isto é, um sub-domínio permite aceder a variadas pastas dentro da pasta de raiz, em que a pasta de raiz é o domínio, é como se existissem várias ramificações derivadas de uma árvore, cada ramificação tem a sua própria utilização, aconselhando sempre que estejam todas elas ligadas.

Um exemplo disso é a utilização de um blog corporativo para uma empresa com presença online. O domínio adquirido pela empresa será nomedaempresa.com, ou seja irá utilizar o sub-domínio blog.nomedaempresa.com para instalar o script para o blog e tornar assim o seu blog independente mas ao mesmo tempo ligado ao domínio principal. A nível de pastas no seu alojamento, esta criação de um sub-domínio significa a criação de uma pasta nova com o nome blog que em termos práticos ficará junto das outras pastas do seu portal.

Diferença entre domínio e sub-domínio

Os domínios são criados a pensar na melhor opção para a empresa e para o negócio em questão, escolhendo o nome mais adequado para o mesmo, associado à melhor extensão disponível.

Em termos práticos, o domínio é formado pelo nomedaempresa e a extensão escolhida, sendo necessário para usar esse mesmo domínio o registo por um período de tempo numa empresa especializada neste serviço. A escolha da extensão a usar é da inteira responsabilidade do utilizador e estará sempre ligada exclusivamente ao domínio, podendo ser mais ou menos genéricas, dependendo da intenção do utilizador.

Os sub-domínios são um dos muitos recursos que os domínios permitem utilizar, fazendo uso do próprio domínio para criar novos endereços em forma de ramificações do domínio principal.

Geralmente estes sub-domínios são usados para diferenciar áreas diferentes dos websites (como o blog, o fórum, a área de clientes, etc.) ou mesmo para destacar as várias áreas em que a empresa trabalha, como por exemplo fotografia.nomedaempresa.com ou design.nomedaempresa.com, em que o fotografia e design são os sub-domínios agregados ao domínio principal nomedaempresa.com.

A grande diferença entre o domínio e o sub-domínio é relativamente aos motores de busca. Geralmente os resultados de uma pesquisa aparecem vários destinos, no entanto mesmo que existam mais que 1 ligação para o mesmo domínio, o máximo que surge no resultado das pesquisas são 2 em 10 resultados. Aí entram os sub-domínios e a forma como os motores de busca os encaram, já que são analisados como se fossem websites diferentes e por isso surgem muito mais rapidamente nas pesquisas, aumentando assim a probabilidade do seu website surgir em maior número nos resultados das pesquisas, desde que para isso use inteligentemente os sub-domínios.

Como criar um sub-domínio

Em primeiro lugar, para criar um sub-domínio é necessário que o seu alojamento o permita, já que alguns alojamentos mais limitados têm limites relativamente ao aparecimento de sub-domínios. Se no seu alojamento não existe essa opção, o melhor mesmo é mudar de alojamento ou questionar o gestor da mesma para ver se existe a possibilidade de criar 1 ou 2 sub-domínios sem um grande acréscimo de valor.

No caso de existir essa possibilidade, então os passos são extremamente simples:

– Aceder ao cPanel do seu domínio (geralmente pode ser acedido por www.domínio.com/cpanel)

– Aceder à secção Domínios e procurar a opção Subdomínios

– Escolher o próprio nome do subdomínio e confirmar onde diz “criar”

Para aceder aos ficheiros deste sub-domínio, deverá aceder à sua pasta public_html no alojamento do seu domínio e procurar uma pasta criada com o nome dado ao sub-domínio.

Vantagens e Desvantagens dos sub-domínios

Como seria de esperar, a utilização dos sub-domínios tem as suas vantagens e desvantagens, sendo da responsabilidade de cada utilizador escolher a sua utilização, de acordo com as suas necessidades e com os objectivos a que se propõe.

Vantagens

Como já foi referido, uma das grandes vantagens dos sub-domínios é relativamente aos motores de busca, permitindo que cada sub-domínio seja tratado como um website diferente, permite uma maior presença nos resultados das pesquisas.

A utilização de sub-domínios permite ainda poupar algum dinheiro, pois apesar de estar ligado ao domínio principal, é possível tirar partido dos sub-domínios para criar novos websites.

Os sub-domínios permitem ainda diferenciar, ao mesmo tempo que estão ligados com o domínio principal, as diversas áreas de um website (ideal para separar o website principal do blog e fórum de discussão), bastante apreciado pelos utilizadores mais exigentes que gostam de diferenciar os conteúdos mas ao mesmo tempo mantê-los ligados pelo domínio principal.

Desvantagens

Uma das grandes desvantagens dos sub-domínios é a penalização, isto é, no caso de um do seu domínio ser penalizado relativamente aos motores de busca, todos os sub-domínios são igualmente penalizados.

Por outro lado, apesar de um sub-domínio permitir dividir as várias áreas de um website, torna-se muito mais complicado de memorizar, tornando-se uma desvantagem.

A utilização de um sub-domínio não tem nada de errado para as estratégias a adoptar em qualquer website, porém é importante manter sempre a mesma linha de estratégia para definir, relativamente à gestão dos sub-domínios e dos sub-directórios, já que muitos trabalham de forma igual nos dois e torna-se desvantajoso para o seu projecto web, pois têm características extremamente diferentes.

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